A Hungria disse na quinta -feira que sairia do Tribunal Penal Internacional, anunciando sua decisão apenas algumas horas depois que o primeiro -ministro Benjamin Netanyahu, de Israel, chegou lá para uma visita, apesar de enfrentar um mandado internacional de prisão.
O governo do primeiro -ministro Viktor Orban deixou claro que ignoraria suas obrigações de agir no mandado da ICC como parte de um tratado de 1998 que estabeleceu o tribunal.
Em vez de prender Netanyahu ao chegar a Budapeste na manhã de quinta -feira, a Hungria lançou o tapete vermelho, recebendo o líder israelense no Castelo de Buda com vista para o rio Danúbio com uma banda de honra militar.
Em uma mensagem no Facebook, Gergely Gulyas, chefe de gabinete do Sr. Orban, disse que a Hungria iniciaria o processo de retirada na quinta -feira “de acordo com as estruturas de direito constitucional e internacional”.
O Tribunal Penal Internacional emitiu mandados de prisão em novembro para Netanyahu e seu ex -ministro da Defesa, Yoav Gallant, acusando -os de crimes de guerra e crimes contra a humanidade na faixa de Gaza.
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