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domingo, 23 janeiro, 2022
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Deputado Pablo usou a própria mãe como Laranja de empresa, diz Folha

Em 2012, a empresa criada pela mãe e irmão do delegado recebeu mais de R$ 1,2 Milhão para plantar mudas no Aeroporto de Manaus

O jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira, dia 11, usou o espaço de três notas de sua mais importante coluna de política para noticiar uma investigação da Polícia Federal contra o deputado federal Delegado Pablo Olivar (PSL-AM).

Segundo o impresso, Pablo, como policial, nomeado coordenador de segurança para Grandes Eventos, em 2012, para atuar na Copa do Mundo de 2014, em Manaus, usou a mãe e um irmão como laranjas para fechar acordo com o consórcio Engevix-Encalso-Kallas, responsável pela reforma do aeroporto de Eduardo Gomes.

Na mesma época, sua mãe e irmão criaram empresa que receberia R$ 1,2 milhão para plantar mudas no aeroporto. Eles não tinham experiência prévia”, diz uma das notas reportando-se a fatos ocorridos em 2012.

A Folha acrescenta que, além de ter atuado irregularmente no negócio, Delegado Pablo recebeu pagamento e não concluiu o serviço.

Segundo a investigação, Pablo comandava a empresa sozinho — o que não é permitido a um policial federal. Além disso, o serviço pago não foi concluído e os custos com fornecedores não chegaram a 10% do que foi pago pelo consórcio. A PF pediu sequestro dos bens do deputado à Justiça. O deputado tem negado as acusações”.

Fruta – Investigação da Polícia Federal afirma que o deputado bolsonarista Delegado Pablo (PSL-AM) usou mãe e irmão como “laranjas” para fechar acordo com o consórcio Engevix-Encalso-Kallas, responsável pela reforma do aeroporto de Manaus. Os crimes teriam começado em 2012.

Coincidiu O deputado, policial federal, foi nomeado coordenador de segurança em Grandes Eventos em 2012, e deveria atuar durante a Copa e a Olimpíada. Na mesma época, sua mãe e irmão criaram empresa que receberia R$ 1,2 milhão para plantar mudas no aeroporto. Eles não tinham experiência prévia.

Finanças Segundo a investigação, Pablo comandava a empresa sozinho —o que não é permitido a um policial federal. Além disso, o serviço pago não foi concluído e os custos com fornecedores não chegaram a 10% do que foi pago pelo consórcio. A PF pediu sequestro dos bens do deputado à Justiça. O deputado tem negado as acusações.”

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