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Em reunião com ministra da Agricultura, governador destaca reconhecimento mundial do sul do AM na criação de bovinos

Organização Mundial da Saúde Animal reconheceu a região como Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação.

AMAZONAS – O governador do Amazonas, Wilson Lima participou, ontem (10), de videoconferência com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina. Na oportunidade, a ministra anunciou que o relatório técnico que reconhece o sul do Amazonas como Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação recebeu parecer favorável da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

Em maio, o parecer será avaliado durante a 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE. A organização está sediada em Paris, na França. Além do sul do Amazonas, receberam parecer favorável do Comitê Técnico Científico da organização: Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e noroeste do Mato Grosso.

Ao parabenizar a ministra e os governadores durante a reunião, Wilson Lima destacou a dedicação do Amazonas para que os 13 municípios ao sul do estado mantenham o status sanitário de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, reconhecido pelo Mapa em agosto de 2020.

“Apesar das dificuldades por conta da pandemia, das dificuldades financeiras e de algumas limitações, entendemos que essa é uma área prioritária”, afirmou o governador. “Nós convocamos 208 aprovados em concurso público exatamente para aquela região do sul do Amazonas, onde nós conseguimos esse reconhecimento”, completou.

Wilson Lima ressaltou os efeitos positivos que as ações já trouxeram para o Amazonas, como o aumento do rebanho. “Nosso rebanho naquela região aumentou em 10%. O que nos impõe uma responsabilidade de provar para o mundo que é possível desenvolver atividade pecuária preservando o meio ambiente e usando a tecnologia”, afirmou. Ele lembrou que o estado está buscando também o auxílio de outros parceiros para colocar, ano que vem, em Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação o restante dos outros 49 municípios.

Na elite da pecuária 

“Esse reconhecimento representa a valorização da pecuária do sul do estado. Nós estamos num grupo de elite da pecuária e isso vai representar novos mercados”, destacou o secretario Estado da Produção Rural, Petrucio Magalhães.

Para o diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf), Alexandre Araújo, os benefícios desse processo são frutos do trabalho das ações de defesa agropecuária e da parceria entre produtores rurais e a Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas (SFA-AM), que vem ao encontro da valorização agropecuária dos 13 municípios vocacionados para a produção de carne, leite e derivados, com a produção bovina.

“É importante destacar o trabalho realizado pelas equipes da defesa agropecuária, da Agência de Defesa, da extensão rural do Idam, do Sistema Sepror como um todo, junto com os produtores, para manter um elevado índice de vacinação dos nossos rebanhos; bem como o trabalho liderado pelo Governo do Estado na estruturação das barreiras e dos escritórios locais, inclusive colocando internet em todos eles”, destacou Alexandre.

Barreiras 

Em abril de 2020, dando continuidade à execução das metas previstas no Plano Estratégico para o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre da Aftosa (Pnefa 2017-2026) e às ações rumo a Área Livre de Febre Aftosa sem vacinação, o Governo do Amazonas, por meio da Adaf, implantou três novas Barreiras de Vigilância Agropecuária (BVAs) nos municípios de Novo Aripuanã, Apuí (localizada no Distrito de Sucunduri) e Manicoré (na comunidade de Igapó Açu, na rodovia BR-319).

Campanha

Ainda durante a reunião, o governador Wilson Lima anunciou que, na segunda-feira (15), começa a campanha de vacinação contra a febre aftosa em 41 municípios do Amazonas.

São eles:


Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Lábrea, Manicoré, Novo Aripuanã, Pauini, Guajará, Envira, Eirunepé, Ipixuna, Itamarati e parte de Tapauá são os municípios que compõem o Bloco I do Pano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa (Pnefa). A manutenção desse status sanitário reconhecido pelo Mapa e agora pela OIE depende de medidas como a atualização cadastral nesses 13 municípios.

*Com informação da Assessoria 

 

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